FW: CONDOLENCIAS
De: HUGO SERGIO CHAPOCHNIkOFF (pae_hugo_oxala@hotmail.com)
Enviada: terça-feira, 29 de janeiro de 2008 22:40:34
Para: Homero Costa (uniafrosg@ibest.com.br); homero costa oxum(BRASIL) (juan3sab107@hotmail.com)
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From: pae_hugo_oxala@hotmail.com
To: maecati_@hotmail.com
Subject:
Date: Tue, 29 Jan 2008 19:38:31 -0300
ASRAU
AGRUPACION SOCIAL Y CULTURAL
AFRICANISTA Y UMBANDISTA
P.JURIDICAS MATR.30894
WWW.ASRAU.COM.AR
Sede Central Calle 836 N°1838 – San Fco. Solano – Quilmes
29 de enero 2008, Buenos Aires, Argentina
UNEAFRO
S ___/____D
POR LA PRESENTE QUEREMOS HACER LLEGAR NUESTRAS CONDOLENCIAS A TODA LA COMUNIDAD RELIGIOSA DE LA UNEAFRO, LAMENTAMOS LA PERDIDA Y ESTAMOS SEGUROS QUE NUESTROS ORIXAS GUIARAN HACIA EL CAMINO DE LA LUZ AL BABALORIXA DIDIO DE IEMANJA.
NUESTRO MAS SENTIDO PESAME A LA FAMILIA CARNAL Y ESPIRITUAL DE TODOS LOS INTEGRANTES DE ASRAU.
Presidente : Santiago Allegue
Secretario de Prensa: Hugo Chapochnikoff
Secretaria de Derechos Humanos: Silvia Lemos
Muchas gracias amigos, su sentimiento és compartido com todos nossotros
ONG - Uneafro-SG-RS Associação Umbandista,Espirita e Religião Africana de São Gabriel - RS - Brasil
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Cancelamento das Homenagens a Yemanjá em São Gabriel
Associação Umbandista, Espírita e Religião Africana de São Gabriel.
AUNEAFRO -SG- RS
CGC: 04.043.464/0001-36 -RG.C.E.R.T. -SG - 469
Utilidade Publica de S.G. Lei 2.450/00.
Contato :Mascarenhas de Moraes ,639A –Fone (55)3237-1410
Site:www.uneafrosaogabriel.blogspot.com.br
São Gabriel, 29 de Janeiro de 2008
COMUNICADO
A UNEAFRO/SG/RS, União Umbandista, Espírita e Religião Africana de São Gabriel, representada por sua Presidente Srª. Cati Marilia Fontoura da Silva, vem respeitosamente dizer a Vossa Senhoria o que segue:
A UNEAFRO vem por meio deste, comunicar o cancelamento de toda programação da VIII Homenagem a Iemanjá festa Oficial do Município, que iria se realizar Dia 01 de Fevereiro de 2008 no largo da Ponte do Rio Vacacai.
Motivo falecimento dia 27 de janeiro do Sócio fundador Sr.Claudiomiro dos Santos Batista (Babalorixá Didio de Yemanja ) por este motivo decretamos 7 dias de luto oficial, seguindo os fundamentos, e preceitos de nossa religião Afro Umbandista .
Agradecemos a todos a compreensão e o apoio e nos colocamos a disposição para maiores informações.
Cordiais saudações e estimo apreço.
.
Cati Fontoura Gilberto Pradie Homero Costa Tiago Mello
Presidente Secretario Relações Publicas Diretor do Evento
*** Em Respeito e memória de um grande sócio fundador
AUNEAFRO -SG- RS
CGC: 04.043.464/0001-36 -RG.C.E.R.T. -SG - 469
Utilidade Publica de S.G. Lei 2.450/00.
Contato :Mascarenhas de Moraes ,639A –Fone (55)3237-1410
Site:www.uneafrosaogabriel.blogspot.com.br
São Gabriel, 29 de Janeiro de 2008
COMUNICADO
A UNEAFRO/SG/RS, União Umbandista, Espírita e Religião Africana de São Gabriel, representada por sua Presidente Srª. Cati Marilia Fontoura da Silva, vem respeitosamente dizer a Vossa Senhoria o que segue:
A UNEAFRO vem por meio deste, comunicar o cancelamento de toda programação da VIII Homenagem a Iemanjá festa Oficial do Município, que iria se realizar Dia 01 de Fevereiro de 2008 no largo da Ponte do Rio Vacacai.
Motivo falecimento dia 27 de janeiro do Sócio fundador Sr.Claudiomiro dos Santos Batista (Babalorixá Didio de Yemanja ) por este motivo decretamos 7 dias de luto oficial, seguindo os fundamentos, e preceitos de nossa religião Afro Umbandista .
Agradecemos a todos a compreensão e o apoio e nos colocamos a disposição para maiores informações.
Cordiais saudações e estimo apreço.
.
Cati Fontoura Gilberto Pradie Homero Costa Tiago Mello
Presidente Secretario Relações Publicas Diretor do Evento
*** Em Respeito e memória de um grande sócio fundador
Nosso Tributo, Nossa homenagem ( Babalorixá Didio de Yemanjá)


Nossa religião esta mais pobre, voltou para orum nosso irmaõ,amigo e companheiro Babalorixá Didio de Yemanjá um eterno lutadosr pelos verdadeiros preceitos de nossa religião nos deixa um legado de aprendizado e amor a religião, um sacerdote que dedicou sua vida a ajuadar ao proximo ,dou-se de corpo e alma a sua amada religião africana, onde por onde passou fez inumeros amigos, queremos aqui registrar nosso grande carinho e respeito a sua memória , voce não será esquecido irmão pelo contrário voce será uma referencia para os que ficam e os que irão engrossar as fileiras desta religião afro umbandista. fique nas paz de Deus e nos braços de nossa querida Mãe Yemanjá.
sábado, 19 de janeiro de 2008
VIII HOMENAGEM A MÃE YEMANJÁ
VENGA A NOSTRA HOMENAGEM A MÃE YEMANJA VIII FESTA A YEMANJA, 01 DE FEVEREIRO, 21:00 HORAS, LOCAL LARGO DA PONTE DO RIO VACACAI, PROGRAMAÇÃO CARREATA, PROCISSÃO FLUVIAL LUMINOSA, QUEIMA DE FOGOS DE ARTIFICIO, APRESENTAÇÃO DE DANÇA E CAPOEIRA, RITUAL RELIGIOSO, PASSES E DISTRIBUIÇÃO DE PERFUME E FRUTAS, ENCERRAMENTO ENTREGA DE OFERENDAS A GRANDE MÃE YEMANJÁ NAS ÁGUAS, VENHA VOCE É NOSSO CONVIDADO!
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Dia de Mãe Oxum 8 de Dezembro
Mãe oxum rainha da água doce, ieeu mamãe Oxum
Oxum é o nome de um rio em Oxogbo, região da Nigéria. É ele considerado a morada mítica da Orixá. Apesar de ser comum a associação entre rios e Orixás femininos da mitologia africana, Oxum é destacada como a dona da água doce e, por extensão, de todos os rios. Portanto seu elemento é a água em discreto movimento nos rios, a água semi-parada das lagoas não pantanosas, pois as predominantemente lodosas são destinadas à Nanã e, principalmente as cachoeiras são de Oxum, onde costumam ser-lhe entregues as comidas rituais votivas e presentes de seus filhos-de-santo.
Oxum tem a ela ligado o conceito de fertilidade, e é a ela que se dirigem as mulheres que querem engravidar, sendo sua a responsabilidade de zelar tanto pelos fetos em gestação como pelas crianças recém-nascidas, até que estas aprendam a falar.
Dentro desta perspectiva, Iemanjá e Oxum dividem a maternidade. Mas há também outro forma de análise; a por faixas etárias, correspondentes a cada arquétipo básico.
Nanã é a matriarca velha, ranzinza, avó que já teve o poder sobre a família e o perdeu, sentindo-se relegada a um segundo plano. Iemanjá é a mulher adulta e madura, na sua plenitude. É a mãe das lendas – mas nelas, seus filhos são sempre adultos. Apesar de não ter a idade de Oxalá (sendo a segunda esposa do Orixá da criação, e a primeira é a idosa Nanã), não é jovem. É a que tenta manter o clã unido, a que arbitra desavenças entre personalidades contrastantes, é a que chora, pois os filhos adultos já saem debaixo de sua asa e correm os mundos, afastando-se da unidade familiar básica.
Para Oxum, então, foi reservado o posto da jovem mãe, da mulher que ainda tem algo de adolescente, coquete, maliciosa, ao mesmo tempo que é cheia de paixão e busca objetivamente o prazer. Sua responsabilidade em ser mãe se restringe às crianças e bebês. Começa antes, até, na própria fecundação, na gênese do novo ser, mas não no seu desenvolvimento como adulto. Oxum também tem como um de seus domínios, a atividade sexual e a sensualidade em si, sendo considerada pelas lendas uma das figuras físicas mais belas do panteão mítico iorubano.
Oxum é ambiciosa; sua cor é azul-claro com raias de ouro. Segundo a tradição ioruba, seu metal é o cobre – mas a correlação com o ouro não está basicamente errada, pois, de acordo com os historiadores, o cobre era o metal mais caro conhecido naquela região. Oxum portanto, gosta das riquezas materiais, mas não numa perspectiva de usura nem uma mesquinhez de quem quer ter riquezas para escondê-las.
A iniciação (na Umbanda ou no Candomblé) é um nascimento e o poder da fecundidade tem de estar presente, pois Oxum mostrou que a menstruação, em vez de constituir motivo de vergonha e de inferioridade nas mulheres, pelo contrário proclama a realidade do poder feminino, a possibilidade de gerar filhos.
Existem 16 tipos diferentes de Oxum, das quase adolescentes até as mais velhas, sendo portanto 16 o número sagrado da mãe da água doce. Diz a lenda que as mais velhas moram nos trechos mais profundos dos rios, enquanto as mais novas nos trechos mais superficiais. Entre essas 16, três são marcadas como guerreiras (Apara, a mais violenta, Iê Iê Kerê, que usa arco e flecha, e Ié Ié Iponda, que usa espada), mas a maior parte delas é mais pacífica, não gostando de lutas e guerras, desde Oxum Obotó, muito suave e feminina, até a versão mais velha, a não menos vaidosa Oxum Abalo.
Além disso, o fluir nada fixo da água doce pelos diversos caminhos, a maneabilidade do elemento se manifestam no comportamento de Oxum. Sua busca de prazer implica sexo e também ausência de conflitos abertos – é dos poucos Orixás iorubas que absolutamente não gosta da guerra.
Caracteristicas dos Filhos de Oxum
O arquétipo psicológico associado a Oxum se aproxima da imagem que se tem de um rio, das águas que são seu elemento; aparência da calma que pode esconder correntes, buracos no fundo, grutas - tudo que não é nem reto nem direto, mas pouco claro em termos de forma, cheio de meandros. Os filhos de Oxum preferem contornar habilmente um obstáculo a enfrentá-lo diretamente, por isso mesmo, são muito persistentes no que buscam, tendo objetivos fortemente delineados, chegando mesmo a ser incrivelmente teimosos e obstinados.
A imagem doce, que esconde uma determinação forte e uma ambição bastante marcante, colabora a tendência que os filhos de Oxum têm para engordar; gostam da vida social, das festas e dos prazeres em geral.
O sexo é importante para os filhos de Oxum. Eles tendem a ter uma vida sexual intensa e significativa, mas diferente dos filhos de Iansã ou Ogum.
Os filhos de Oxum são mais discretos, pois, assim com apreciam o destaque social, temem os escândalos ou qualquer coisa que possa denegrir a imagem de inofensivos, bondosos, que constroem cautelosamente.
Na verdade os filhos de Oxum são narcisistas demais para gostarem muito de alguém que não eles próprios – mas sua facilidade para a doçura, sensualidade e carinho pode fazer com que pareçam os seres mais apaixonados e dedicados do mundo.
Faz parte do tipo, uma certa preguiça coquete, uma ironia persistente porém discreta e, na aparência, apenas inconseqüente. Verger define: O arquétipo de Oxum é o das mulheres graciosas e elegantes, com paixão pelas jóias, perfumes e vestimentas caras.
Até um dos defeitos mais comuns associados à superficialidade de Oxum é compreensível como manifestação mais profunda: seus filhos tendem a ser fofoqueiros, mas não pelo mero prazer de falar e contar os segredos dos outros, mas porque essa é a única maneira de terem informações em troca.
Oxum é o nome de um rio em Oxogbo, região da Nigéria. É ele considerado a morada mítica da Orixá. Apesar de ser comum a associação entre rios e Orixás femininos da mitologia africana, Oxum é destacada como a dona da água doce e, por extensão, de todos os rios. Portanto seu elemento é a água em discreto movimento nos rios, a água semi-parada das lagoas não pantanosas, pois as predominantemente lodosas são destinadas à Nanã e, principalmente as cachoeiras são de Oxum, onde costumam ser-lhe entregues as comidas rituais votivas e presentes de seus filhos-de-santo.
Oxum tem a ela ligado o conceito de fertilidade, e é a ela que se dirigem as mulheres que querem engravidar, sendo sua a responsabilidade de zelar tanto pelos fetos em gestação como pelas crianças recém-nascidas, até que estas aprendam a falar.
Dentro desta perspectiva, Iemanjá e Oxum dividem a maternidade. Mas há também outro forma de análise; a por faixas etárias, correspondentes a cada arquétipo básico.
Nanã é a matriarca velha, ranzinza, avó que já teve o poder sobre a família e o perdeu, sentindo-se relegada a um segundo plano. Iemanjá é a mulher adulta e madura, na sua plenitude. É a mãe das lendas – mas nelas, seus filhos são sempre adultos. Apesar de não ter a idade de Oxalá (sendo a segunda esposa do Orixá da criação, e a primeira é a idosa Nanã), não é jovem. É a que tenta manter o clã unido, a que arbitra desavenças entre personalidades contrastantes, é a que chora, pois os filhos adultos já saem debaixo de sua asa e correm os mundos, afastando-se da unidade familiar básica.
Para Oxum, então, foi reservado o posto da jovem mãe, da mulher que ainda tem algo de adolescente, coquete, maliciosa, ao mesmo tempo que é cheia de paixão e busca objetivamente o prazer. Sua responsabilidade em ser mãe se restringe às crianças e bebês. Começa antes, até, na própria fecundação, na gênese do novo ser, mas não no seu desenvolvimento como adulto. Oxum também tem como um de seus domínios, a atividade sexual e a sensualidade em si, sendo considerada pelas lendas uma das figuras físicas mais belas do panteão mítico iorubano.
Oxum é ambiciosa; sua cor é azul-claro com raias de ouro. Segundo a tradição ioruba, seu metal é o cobre – mas a correlação com o ouro não está basicamente errada, pois, de acordo com os historiadores, o cobre era o metal mais caro conhecido naquela região. Oxum portanto, gosta das riquezas materiais, mas não numa perspectiva de usura nem uma mesquinhez de quem quer ter riquezas para escondê-las.
A iniciação (na Umbanda ou no Candomblé) é um nascimento e o poder da fecundidade tem de estar presente, pois Oxum mostrou que a menstruação, em vez de constituir motivo de vergonha e de inferioridade nas mulheres, pelo contrário proclama a realidade do poder feminino, a possibilidade de gerar filhos.
Existem 16 tipos diferentes de Oxum, das quase adolescentes até as mais velhas, sendo portanto 16 o número sagrado da mãe da água doce. Diz a lenda que as mais velhas moram nos trechos mais profundos dos rios, enquanto as mais novas nos trechos mais superficiais. Entre essas 16, três são marcadas como guerreiras (Apara, a mais violenta, Iê Iê Kerê, que usa arco e flecha, e Ié Ié Iponda, que usa espada), mas a maior parte delas é mais pacífica, não gostando de lutas e guerras, desde Oxum Obotó, muito suave e feminina, até a versão mais velha, a não menos vaidosa Oxum Abalo.
Além disso, o fluir nada fixo da água doce pelos diversos caminhos, a maneabilidade do elemento se manifestam no comportamento de Oxum. Sua busca de prazer implica sexo e também ausência de conflitos abertos – é dos poucos Orixás iorubas que absolutamente não gosta da guerra.
Caracteristicas dos Filhos de Oxum
O arquétipo psicológico associado a Oxum se aproxima da imagem que se tem de um rio, das águas que são seu elemento; aparência da calma que pode esconder correntes, buracos no fundo, grutas - tudo que não é nem reto nem direto, mas pouco claro em termos de forma, cheio de meandros. Os filhos de Oxum preferem contornar habilmente um obstáculo a enfrentá-lo diretamente, por isso mesmo, são muito persistentes no que buscam, tendo objetivos fortemente delineados, chegando mesmo a ser incrivelmente teimosos e obstinados.
A imagem doce, que esconde uma determinação forte e uma ambição bastante marcante, colabora a tendência que os filhos de Oxum têm para engordar; gostam da vida social, das festas e dos prazeres em geral.
O sexo é importante para os filhos de Oxum. Eles tendem a ter uma vida sexual intensa e significativa, mas diferente dos filhos de Iansã ou Ogum.
Os filhos de Oxum são mais discretos, pois, assim com apreciam o destaque social, temem os escândalos ou qualquer coisa que possa denegrir a imagem de inofensivos, bondosos, que constroem cautelosamente.
Na verdade os filhos de Oxum são narcisistas demais para gostarem muito de alguém que não eles próprios – mas sua facilidade para a doçura, sensualidade e carinho pode fazer com que pareçam os seres mais apaixonados e dedicados do mundo.
Faz parte do tipo, uma certa preguiça coquete, uma ironia persistente porém discreta e, na aparência, apenas inconseqüente. Verger define: O arquétipo de Oxum é o das mulheres graciosas e elegantes, com paixão pelas jóias, perfumes e vestimentas caras.
Até um dos defeitos mais comuns associados à superficialidade de Oxum é compreensível como manifestação mais profunda: seus filhos tendem a ser fofoqueiros, mas não pelo mero prazer de falar e contar os segredos dos outros, mas porque essa é a única maneira de terem informações em troca.
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